CPMF – o que é?

A CPMF é a contribuição provisória sobre movimentação financeira que nada mais é que uma taxa cobrada toda vez que você movimenta seu dinheiro que está no banco.

Só não era cobrado de saques de aposentadoria, negociação de ações na Bolsa, seguro-desemprego, salários e transferências entre contas-correntes de um mesmo titular.

Este tributo brasileiro possui uma esfera de aplicação federal e substituiu o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF) que incidia sobre os débitos lançados sobre as contas mantidas por instituições financeiras. Passou há vigorar um ano após a sua aprovação, mas foi instinto no fim do ano em que vigorou.

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CPMF - o que é?

CPMF – o que é?

E no ano de 1996, o governo voltou a discutir o assunto com a intenção de direcionar a arrecadação desse tributo para a área de saúde. Então foi criada a CPMF que se fortificou em 1997 com alíquota de 0,2%

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Anos após essa implantação e prorrogação houve uma elevação na alíquota com o objetivo de ajudar as contas da Previdência Social.

No final do ano de 2000 o governo decidiu permitir o cruzamento de informações bancárias com as declarações de Imposto de Renda dos contribuintes. Assim, caso um contribuinte tenha declarado ser isento do IR e, ao mesmo tempo, movimentado milhões em sua conta bancária o que é possível saber de acordo com o valor de CPMF paga, sua declaração tem maior risco de ser colocada na malha fina pela Receita.

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Desde o dia 01 de janeiro de 2010 a CPMF foi extinta até 2011, isso significa que ela poderá voltar a ser cobrada.

Em geral, a maioria das instituições financeiras debitava o tributo das contas de seus clientes às sextas-feiras, descontando o valor referente às movimentações feitas de quinta-feira da semana anterior até quarta-feira da semana vigente.

Por isso, só a partir de segunda-feira (7) não haverá mais débito de CPMF. Resta-nos torcer para que este tributo não volte a ser nunca mais cobrado.

Assista também ao vídeo abaixo e entenda mais sobre o que é o CPMF:

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